sexta-feira, 26 de março de 2010

Meguinha, amor da minha vida!!!!




Já contei como a Avelã chegou na minha vida, a gatinha...


Bem, hoje vou falar da Meg. Passei sete anos estudando que cão teria quando finalmente me mudasse de um apto para uma casa no Cassino. Lia vários e vários sites especializados em descrição de comportamento, dicas para criação, todas essas coisas e me apaixonei pela raça Boxer. Já tinha tido contato na minha infância com esses cães com cara de brabos, bochechudos e olhar esbugalhado, mas nunca tinha me apaixonado como nessa época da minha vida. Bem, a gestação durou cinco anos, o tempo entre decidir e finalmente concretizar o sonho. A Meg foi para minha casa, antes mesmo de me mudar, isso significa um mês dentro de um apto limitado. Recebi ela aos quarenta dias, por "ordem" da minha Veterinária, porque ela estava infestada de pulgas e muito magrinha... Antes de encontrar alguém que criasse boxer em RG, tinha visitado inúmeros canis pela internet e quase mando vir uma fêmea branca de Brasília. Só não o fiz, porque achei que poderia ser muito estressante a viagem (pode acreditar, tinha feito contato e tudo com a pessoa do canil). Um belo dia vejo no Jornal o anúncio de alguém no Cassino e pronto! Decidido estava e a Meg era a última fêmea.


Como mãe de primeira viagem, ela e a Vet sofreram muito nas minhas mãos, nos primeiros três meses. Além disso, minha nova vizinha, mãe do Dinho e da Raika, dois lindos boxers tbém me ajudou muito. Como já havia perdido um filhote de poodle, pra mim, tudo que a Meg apresentava de diferente, era sinal de cinomose, leptospirose, parvovirose, mesmo ela estando com as doses da vacina em dia, vermifugada, despulgada, com amor e carinho... No dia que me mudei para o Cassino, a Meg tomou água da caixa de gordura e no domingo ela vomitou... morri de vergonha, mas chamei a Vet e pedi para internar. Ela ficou 24h sob observação. Outra vez, olhei pra ela no pátio e estava com um bochechão, liguei para a medica apavorada e era mordida de inseto, uma pomadinha e em poucas horas ela estava nova em folha.


Ela é simplesmente um grude! Está acostumada a dormir comigo no sofá, o ruim é que ela sofre de "flatulência" expontânea, mas fazer o que né?! Uma lareira pra ela no inverno é o sonho de consumo. Ela adora comer o ossinho ou o pastel no sofá e se puder ser no meu colo, melhor ainda. Fora, que ela adora que eu a pegue como bebê, inclusive ela coloca as duas patinhas nos meus ombros... quem vê até parece que é gente, só não aguento por muito tempo os 25 Kg que ela tem hoje. Sinto por ela um amor que dói. Pode ser estranho isso, mas é verdade. Até o meio do ano passado protegia a Meg mais do que os outros, até quando o Thor ficou muito doente, quando vi que não precisava tudo isso, que ela era fortinha, hehehehe Assim ela vai me ensinando... Ciumenta, possessiva, mas de uma alegria sem fim. Foi adestrada pelo Guilherme, ainda sabe os comandos, anda na rua como uma princesa... No verão, fui com ela até a locadora entregar um filme e na volta vi um gatinho bebê embaixo de um carro na avenida. Pedi que o policial ficasse com ela enquanto eu agarrava o bichano. Ela ficou numa linda pose, sentada ao lado do policial, como se fosse do Batalhão...


Bem, era isso, a Meg tem uma alma muito linda, como qualquer outro peludo, com a diferença que posso usufruir de todo o seu carinho e amor...




Na foto, ela está com a Avelã, as duas era inseparáveis até a chegada do Thor. A Avelã cuidava dela como se fosse um bebê... Banho todos os dias, orelhas limpas sempre, dormiam e comiam juntas. Como dois é bom, três é demais, com a chegada do Thor, ficou mais agitado, né, mas o Thor é outro capítulo!!!