sexta-feira, 2 de julho de 2010

Como você pôde?


Oi gente!Trago hoje a contribuição da Amanda e do Diego!Um texto lindíssimo que com certeza vai fazer muita gente chorar...Eu fui às lágrimas sem vergonha de falar!!!
E sabemos que muitas pessoas ainda fazem isso hoje em dia...Que esse texto fique no coração e na consciência de cada um...
Obrigada Amanda e Diego!!!

""Como Você Pôde?"


Autor: Jim Willis - Tradução: Sílvia Schiros

Quando era um filhote, eu o distraia com minhas travessuras e o fazia rir.
Você me chamava de sua criança e, apesar de um certo número de sapatos mascados e um par de almofadas destruídas, eu me tornei sua melhor amiga.
Sempre que eu fazia algo errado, você chacoalhava seu dedo para mim e dizia:
"Como você pôde?" - mas depois você se arrependia e me rolava no chão para me coçar a barriga. Meu treinamento demorou um pouco mais do que o esperado porque você estava ocupado demais, mas, juntos, nós conseguimos dar um jeito.

Eu me lembro daquelas noites em que me aninhava a você na cama e ouvia suas confidências e sonhos secretos - e acreditava que a vida não poderia ser mais perfeita. A gente fazia longos passeios e corridas no parque, andava de carro e parava para um sorvete (eu ganhava só a casquinha porque "sorvete não faz bem para cães" você dizia) e eu tirava longos cochilos ao sol enquanto aguardava sua volta para casa ao final do dia.
Aos poucos você passou a gastar mais tempo no trabalho e com sua carreira e levava mais tempo procurando por uma companheira humana.

Eu esperei por você pacientemente, confortei-o em suas mágoas e desilusões, nunca o repreendi por suas escolhas ruins, e vibrei de alegria nas suas vindas para casa e quando você se apaixonou... Ela, agora sua esposa, não é uma "apreciadora de cães" - ainda assim eu a recebi em nossa casa, tentei mostrar-lhe afeição, e a obedeci. Sentia-me feliz porque você estava feliz.

Então vieram os bebês humanos e eu reparti com você o entusiasmo.
Eu estava fascinada por seus tons rosados, seu cheiro, e queria muito cuidar deles também. Mas ela e você tinham medo de que eu pudesse machucá-los, e eu passei a maior parte do tempo sendo banida para outra sala ou para a casinha de cachorro.. Oh, como eu queria tê-los amado, mas eu me tornei uma "prisioneira do amor".
À medida que foram crescendo, me tornei amiga deles. Eles se agarravam ao meu pêlo e se levantavam sobre perninhas trôpegas, enfiavam os dedos em meus olhos, examinavam minhas orelhas, e davam beijos em meu nariz.

Eu adorava tudo isso e o toque de suas mãozinhas - porque o seu toque agora era tão raro - e eu os teria defendido com minha própria vida, se fosse preciso.

Eu me esgueirava para suas camas e escutava suas inquietações e sonhos secretos, e juntos esperávamos pelo barulho de seu carro no caminho.
Houve um tempo, quando alguém perguntava se você tinha cachorro, em que você tirava uma foto minha de sua carteira e contava histórias sobre mim. Nos últimos anos você apenas respondia "sim" e mudava de assunto.

Eu passei de "seu cão" para "apenas um cachorro" e você reclamava de cada gasto que tinha comigo. Agora você tem uma nova oportunidade de carreira em outra cidade e vocês irão se mudar para um apartamento onde não permitem animais.
Você tomou a decisão acertada para sua "família", mas houve um tempo em que eu era sua única família.

Fiquei excitada com o passeio de carro até que chegamos ao abrigo de animais. O local tinha cheiro de gatos e cães, de medo, de desesperança.
Você preencheu a papelada e disse: "Sei que vocês encontrarão um bom lar para ela...". Eles deram de ombros e lançaram a você um olhar compadecido.
Eles compreendem a realidade que espera um cão de meia idade, mesmo um com "papéis". Você teve que desgarrar os dedos de seu filho de minha coleira enquanto ele gritava "Não, papai! Por favor, não deixe que levem meu cão!".

E eu me preocupei por ele, e com a lição que você tinha acabado de lhe dar sobre amizade e lealdade, sobre amor e responsabilidade, e sobre respeito por todo tipo de vida. Você deu um afago de adeus em minha cabeça, evitou meu olhar e, polidamente, recusou levar minha coleira e guia com você.

Você tinha um tempo-limite para encarar e agora eu também tenho um.

Depois que você partiu as duas simpáticas senhoras que o atenderam comentaram que você provavelmente soube meses atrás da mudança que ocorreria e não fez nenhuma tentativa de encontrar um novo lar para mim.
Elas sacudirram a cabeça e disseram "Como você pôde?". Elas são tão atenciosas para nós aqui no abrigo quanto seus ocupados horários permitem.

Elas nos alimentam, é claro, mas eu perdi meu apetite dias atrás.
De início, sempre que alguem passava pelo meu alojamento, eu corria para a frente, na esperança de que fosse você - que você tivesse mudado de idéia - que isto fosse tudo um sonho mau... Ou eu esperava que ao menos fosse alguém que se importasse, alguém que pudesse me salvar.
Quando percebi que não poderia competir com os alegres filhotes, inconscientes de seus próprios destinos, nas brincadeiras para chamar atenção, afastei-me para um canto distante e aguardei.

Ouvi seus passos quando ela veio até mim ao final do dia e a segui ao longo do corredor para uma sala separada. Uma sala deliciosamente silenciosa. Ela me colocou sobre a mesa, acariciou minhas orelhas, e disse-me para eu não me preocupar. Meu coração se acelerou na expectativa do que estava para vir, mas havia também uma sensação de alívio.

A prisioneira do amor havia esgotado seus dias.
Como é de minha natureza, estava mais preocupada com ela. O fardo que ela carrega é demasiado pesado, e eu sei disso, da mesma maneira que conhecia cada um de seus humores. Ela gentilmente colocou um torniquete em volta de minha perna dianteira, enquanto uma lágrima corria por sua face.

Lambi sua mão do mesmo modo como costumava fazer para confortar você há tantos anos atrás. Ela habilmente espetou a agulha hipodérmica em minha veia. Quando senti a picada e o líquido frio se espalhou através de meu corpo, deitei a cabeça sonolenta, olhei dentro de seus olhos gentis e murmurei "Como você pôde?".

Talvez por ter entendido meu linguajar canino, ela disse "Sinto tanto!", abraçou-me e apressadamente explicou que era seu trabalho fazer com que eu fosse para um lugar melhor onde não seria ignorada, ou maltratada ou abandonada, nem ter que me virar para sobreviver - um lugar de amor e luz, tão diferente deste lugar terrestre. E com minha última gota de energia tentei transmitir -lhe com uma sacudidela de minha cauda que meu "Como você pôde?" não era dirigido a ela.

Era em você, Meu Amado Dono, que eu estava pensando. Pensarei em você e esperarei por você eternamente. Possa alguém em sua vida continuar a demonstrar-lhe tanta lealdade... "

Cães: Liz precisa de um lar




ADOTADA EM SET/2010
Pessoal, a Dani está sempre às voltas com a Bicharada. Mora em Pelotas e faz um curso aqui em Rio Grande e passa parte da semana hospedada no Cassino. Numa dessas vindas encontrou a Liz, atropelada, no meio fio da rua do hotel no Cassino, abandonada. Ela ajudou a garota, tratou, levou para o hospital, estava tudo acertada a adoção, mas por problemas ela não poderá ficar mais nessa casa. Se alguém se interessar por ela, puder hospedar, favor entrar em contato. Ela deve ser uma filhotinha da Olga (que está lá em casa aguardando a adoção), porque são muito parecidas. Ainda bem que nenhuma das duas terá mais descendentes.
Milene
Fone 99765949

Preciso de ajuda para encontrar um lar para a LIZ.A Liz é uma cachorrinha que foi encontrada abandonada no meio da rua apósser atropelada por um carro. Ela estava com cortes pelo corpo e com uma pataquebrada.Ela foi atendida no Hospital Veterinário da UFPel, e está recuperada, apenascom um pino ainda na pata que deverá retirar na segunda, dia 05/07, bem comoser castrada, aproveitando os atendimentos prestados à comunidade peloHospital Veterinário da UFPel.Deus cuida de cada criatura sua, pois até uma cachorrinha teve auxílio. Foicom a ajuda de várias pessoas que hoje ela está pronta para ter um lar e nãomais viver na rua.Assim peço que repassem este e-mail para todos que puderem... De repentealguém está até querendo uma companhia e pronto para este ato de caridade...E um cachorrinho em casa é uma alegria!Vale lembrar que hospedei a Liz por algumas semanas na minha casa, masinfelizmente não é possível que ela permaneça lá.Posso garantir que ela éuma menina muito comportada, é carinhosa, brincalhona, come ração, sai parapassear bem faceira e tranquila, dorme na sua casinha no pátio e não latepor qualquer coisa...Conto com vocês para que possamos ajudar a Liz... Confiram as fotos... Ela élinda!!! E pelos dentinhos calcula-se que seja jovem.Um grande abraço a todos!
Rosana Ávila Pereira
53 8413.5228
Daniela da Silva Pieper
(53) 99821924

S.O.S

Tomamos conhecimento de uma situação em que locatária de um casa na cidade, fugiu e abandonou 5 cães adultos e 1 gatinho no local.
O proprietário chamou o canil municipal para recolher os animais, mas o canil está lotado e não recolherá.
Uma voluntária ligou para o proprietário se oferecendo para divulgar os animais.
Os animais estão sendo alimentados, mas o proprietário diz que tem necessidade de alugar a casa e que não pode devido aos animais abandonados.
Vamos lá tirar fotos.
Esses animais necessitam MUITO de hospedagem até seram adotados.Quem puder abrigar algum deles, em breve teremos fotos.

Contatos:
Milene - Fone 99765949
Rosane - Fone 81122014

Duas patas novas para Oscar


Hoje recebi o recorte do jornal, contribuição do Edom, coincidencia ou não, com a mesma questão: prótese para animais. Muito bacana isso... acompanhem a história de Oscar.

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Uma história para elevar o coração sobre a coragem animal



Esta é Molly. Ela é uma égua salpicada de cinza quefoi abandonada pelos seus donos quando o furacãoKatrina atingiu o sul da Louisiana. Ela passou semanasperambulando solta antes de finalmente ter sido resgatada e levadaa uma fazenda onde animais abandonados estavam aglomerados..Enquanto esteve lá, ela foi atacada por um cão pitbull terriere quase morreu. Sua pata direita dianteira mordida seinfecionou, e seu veterinário buscou ajuda na LSU, mas aLSU estava sobrecarregada, e esta égua estava abandonada.
Você sabe como estas coisas são.Mas após o cirurgião Rustin Moore encontrar Molly,
ele mudou de idéia. Ele observou como a égua era cuidadosaao se deitar em lados diferentes para não desenvolverferidas, e como ela deixava que as pessoas cuidassemdela. Ela protegia sua pata machucada, mudando constantemente seu peso para não sobrecarregara pata boa. Ela era um animal inteligente com umagrande ética de sobrevivência.Moore concordou em amputar sua pata abaixo do joelho,e construiram um membro artificial temporário. Mollysaiu caminhando da clínica e sua históriarealmente começa aqui."Este era o cavalo certo com um dono certo" -Moore insiste. Molly foi uma paciente especial. Ela era muito resistente, mas ao mesmo tempo doce,
e tentava colaborar mesmo sentindo dor.Ela compreendia que estava em dificuldades. Além domais, conseguiu uma nova dona que realmente se dedicoua providenciar os cuidados diários necessáriospor toda a vida do animal.A história de Molly tornou-se uma parábola de vida na
Louisiana pós-Katrina....
Esta pequena égua ganhou peso e
sua crina ganhou mãos que a penteasse. Um desenhista de prótese humana construiu sua perna.O protético deu à Molly uma nova vida,diz Dra. Allison Barca, veterinária de Molly.E ela pede ajuda. Ela estende sua pata amputada,e vem até você pedindo que coloque a próteseno lugar. Algumas vezes ela quer que a prótese seja retirada.
E algumas vezes, Molly se afasta da Dra. Barca
- Pode ser bem complicado quando você não conseguepegar um cavalo de três patas - ela diz rindo.O mais importante de tudo - Molly tem um novo trabalho.
Kay a proprietária da fazenda de resgate
começou a levar Molly a abrigos, hospitais, asilos e centros de
reabilitação em qualquer lugar onde ela via que as pessoas
precisavam de esperança. Aonde Molly ia, ela mostrava às
pessoas sua pata. Ela inspirava as pessoas e
se divertia fazendo isso.
- É óbvio que Molly tem um grande papel a desempenhar
na vida - Moore disse. Ela sobreviveu ao furacão,
já sobreviveu a um grave ferimento e agora está
passando esperança para outras pessoas.
Dra. Barca concluiu: "Ela ainda não voltou ao normal,
mas está melhorando cada vez mais... Para mim, elaé símbolo de força e coragem."


Esta é a prótese mais recente de Molly. A fotoabaixo mostra a face que toca o solo,onde uma carinha sorridente foi gravada... AondeMolly for, ela deixa uma pegada de casco sorridente
no chão.

Envie esta mensagem a todos que amam os animais.
As criaturas de Deus frequentemente refletem o temperamento que gostaríamos de ter!

Achados e Perdidos - Lhasa encontrado no Cassino próximo ao Riacho

DEVOLVIDO EM 05/07/2010

Quem estiver procurando por ele, favor fazer contato. Quem tiver interesse de hospedá-lo ou adotá-lo também favor fazer contato.
Abs,

Milene Baldez - Orkut
Fone 99765949

Laurinha
Fone 84434682

Rosane
Fone 81122014

Rifinha de Agosto, mês do Cachorro Louco de Faceiro

Lançamos hoje a Rifinha de Agosto, mês do Cachorro Louco... de faceiro!!!
Com os recursos vamos esterilizar cadelas de rua.

O sorteio será no dia 23/08/2010 e terá três ganhadores.

1º Prêmio: uma cesta de produtos para cães
2º Prêmio: uma cesta de produtos para gatos
3º Prêmio: uma cesta de produtos para gente que gosta de bicho, sim, porque ninguém é de ferro, né, e merece!!!!

Obrigada!!!!

Rifinha do Dia dos Namorados - Sorteio




No dia 12/06/2010 foi realizado o sorteio da Rifinha do Dia dos Namorados e a ganhadora foi a Tatiane Goudinho, moradora do Balneário Cassino.
Os prêmios foram entregues na Pet Lene, no Cassino e estão na foto, a Rosane, Coração do Viralatas, a vencedora do sorteio e a Maya, claro, Pet Top Model, já apresentada no blog.

Ela comprou a rifa através da Monica, um dos "Corações do Viralatas" e se divertiu com os prêmios, sendo que o preferido foi o cachorrão de pelúcia... Também não tem quem não ache ele lindão!!!

Os prêmios entregues, além do Cachorrão de Pelúcia doado pela Patas e Pelos, foram um jantar pra dois na Chico's Pastelaria, uma cesta de produtos da Sensuality, cheque vídeo da Dvd & Computers.

A todos que contribuiram, muito obrigada. Com o valor arrecadado conseguimos castrar seis cadelas da rua e duas gatas adotadas.